Crítica: Guardiões da Galáxia vol. 2



Como eu estava empolgada para falar sobre Guardiões da Galáxia (vol.2) aqui no blog, isso porque falamos muito sobre ele no nosso post duplo, então as expectativas ficaram altas para saber o que a Marvel estava aprontando, já que todos os seus filmes possuem ligação para o tão aguardado Vingadores 3 (Guerra Infinita).

P.S.: Se você ainda não assistiu ao filme ou não assistiu o primeiro, recomendo que o faça, mesmo que esse post seja sem spoiler :)

Tudo começa com a equipe (já conhecida universalmente por Guardiões da Galáxia) enfrentando um monstro enorme intergalático que quer roubar algumas poderosas baterias, baterias essas que são dos Soberanos, seres criados geneticamente de forma perfeita liderados por Ayesha (ou Paragon nas HQs), uma Alta Sacerdotisa dourada, que contrata os Guardiões para defender essas baterias. Muita coisa acontece a partir dai, já que esse povo não tolera ser desrespeitado e... bem, é isso que acaba acontecendo, já que o Rocket rouba algumas baterias. Colocando todo mundo em perigo por isso, os Soberanos prometem caçá-los até a morte e, com isso, uma série de coisas acabam acontecendo, incluindo o descobrimento do pai de Peter Quill, nosso Senhor das Estrelas, e também o lado mais "família" dos Guardiões, já que Gamora precisa acertar algumas coisas com sua irmã, Nebula. 



No primeiro filme, vimos a formação dos Guardiões e muita luta, já que eles precisavam resgatar uma das Jóias do Infinito (e não deixá-la cair em mãos erradas). Aqui, nesse segundo filme, eles estão mais ligados, já que agora (mais do que nunca) eles precisam trabalhar como uma família e deixar as diferenças de lado, mesmo que isso seja complicado. Então você começa a perceber que o filme não foca mais na guerra em si (lógico que têm luta, muito tiro, porrada e bomba) mas o foco é no lado familiar mesmo de cada um, como cada um lida com suas perdas, seus medos, seus sentimentos, e de como eles vão enxergar que eles precisam estar unidos para salvar a Galáxia e honrar o nome dado a eles.



Além dos nossos queridos Guardiões, o filme traz novamente Yondu e novos personagens como o Stakar (interpretado pelo Rocky Sylvester Stallone) que é o líder dos Saqueadores, temos a Mantis que é uma empata (ela pode sentir e manipular as emoções de quem que ela toca) e o não menos importante Kraglin, que pouco apareceu no primeiro filme, mas que têm certa importância em alguns momentos da história, especialmente com o seu lado mais "cômico". Falando na parte cômica, uma das surpresas desse filme é o lado cômico do Drax (você não leu errado) com aquele jeito dele todo durão, ele consegue arrancar risadas só com a sua risada, que é deveras bizarra. Falando em risada, um personagem que sempre foi queridinho de todo mundo e que vai ser ainda mais queridinho depois desse filme: Baby Groot - dispensa palavras porque (1) ele é extremamente fofo (2) ele consegue trazer um lado divertido para a história, mesmo passando por uns momentos mais difíceis.



Não preciso nem comentar sobre a trilha sonora e os efeitos especiais, né? A trilha sonora mais uma vez é totalmente necessária (principalmente nas cenas importantes) e dão um toque todo especial para o filme e se você curte as músicas dos anos 80, você vai se deliciar ainda mais (sei que no Spotify têm a playlist das músicas do Awesome Mix Vol.2, só procurar por esse nome). Senti falta de um vilão master, mesmo que o filme traga alguns vilões, acho que a Marvel parece guardar o pior para Thanos, deixando um pouco vago o propósito dos vilões dos filmes paralelos. Fora isso, adorei demais o filme, achei bem melhor que o primeiro e super recomendo que você corra para assistir o quanto antes.







IMPORTANTE: Têm cenas pós-créditos no final então, fiquem (mesmo que demore uma eternidade, haha)!

P.S.: Stan Lee está mais que incrível na sua participação, sério!
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About Alexsandra Ferreira

Alexsandra tem 20 anos, virginiana e universitária, que ama filmes, música e compras, além de desenhar nas horas vagas e cantar (tentar). Quer fazer Ciências Contábeis após a Pós-Graduação e quem sabe, vários cursos voltados para web design, que tem tudo a ver (haha sqn). Sonha conhecer o mundo todo (seja pelos livros ou não), mas parte dele também vale.

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